Rita Ritinha Ritona

Autor(es): Dalton Trevisan
Editora: Record
  • Brochura R$54,90

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Sinopse

Vampiros fogem de cruzes e alho. Já o mais famoso dos vampiros brasileiros, o curitibano Dalton Trevisan, foge é de jornalistas. Não dá entrevistas e, como seus amigos da Transilvânia, também não se deixa fotografar. Arredio, vive para sua literatura. Principalmente para os contos curtos, nos quais tornou-se um mestre. A dedicação encanta público e crítica. Vencedor do Prêmio Portugal Telecom 2003 com Pico na veia, Dalton prova, a cada novo trabalho, porque é um dos mais renomados contistas brasileiros contemporâneos. Em Rita Ritinha Ritona, coletânea de contos, Dalton Trevisan narra com humor ferino as fatalidades e excentricidades das relações humanas. Sua Curitiba natal aparece sempre como um dos personagens principais. São dezessete pequenas histórias, quinze inéditas, com o habitual estilo telegráfico, onde pontos e travessões contam tanto quanto as palavras. Aqui, encontramos as lolitas que encantam homens mais velhos, a violência urbana e as paixões avassaladoras. Rita Ritinha Ritona fala dos desastres do amor, os infernos particulares, a guerra dos sexos, as cenas da vida cotidiana, a condição humana. Tudo composto com a busca precisa pelas palavras. Nada se perde na essência de suas tramas. Os textos, construídos com ironia cortante e humor cáustico, lançam um olhar objetivo sobre a condição humana.

Sobre o autor

Dalton Trevisan
Dalton Trevisan

No dia 14 de junho de 1925, nasce Dalton Trevisan. Em Curitiba, é claro. A mesma Curitiba em que cresce e ganha a fama de “vampiro”. A mesma Curitiba que eternizou em tantos contos — e que, justamente por isso, tem com ele um débito eterno. A mesma Curitiba cheia de mistérios. O próprio escritor é um deles: para se conceber um histórico de Trevisan, é preciso a habilidade das cerzideiras, cosendo retalhos aqui e ali, em uma ou outra reportagem, nas antigas e raras entrevistas. Formado em Direito, exerceu a função de repórter policial e crítico de cinema. Um acidente com o forno de uma olaria, em 1945, quase lhe tira a vida. Trevisan foi internado com fratura de crânio, mas se recuperou para editar, a partir do ano seguinte, a revista Joaquim, que duraria até 1949. Em 1950, o escritor vai para a Europa. Casa-se em 1953, tornando-se pai de duas filhas. Escondeu-se no anonimato para vencer um concurso de contos no Paraná, em 1968. Gosta de filmes de bangue-bangue e de passear pelas ruas da capital paranaense. Já teve livros traduzidos para diversos idiomas, como o inglês, o espanhol e o italiano. Na Hungria, alguns de seus contos inspiraram uma série de TV. No Brasil, alguns textos foram adaptados para o cinema e a TV. Seus livros são editados pela Record desde 1978. Durante anos, seus livros ganharam identidade visual criada pelo artista gráfico Poty. Depois, a parceria mudou: figuras em nanquim do dadaísta alemão George Grosz, resgatadas da Berlim do tempo da república Weimar, dão o tom apocalíptico que os escritos de Trevisan foram assumindo.

Características

  • ISBN: 978-85-01-07232-0
  • Formato: Brochura
  • Suporte: Texto
  • Altura: 21cm
  • Largura: 14cm
  • Profundidade: 2cm
  • Lançamento: 29-04-2005
  • Páginas: 128